Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
14 de Maio de 2010

 

Aqui está uma sugestão para o vosso fim-de-semana! É muito simples de fazer e a mistura de maçã e côco leva-nos a viajar por sabores de terras quentes, que nós por cá já vamos sentindo falta do bom tempo!

 

 

Ingredientes:

350g farinha

200g maçãs cortadas em cubos (pode aumentar a quantidade)

200g açúcar

60g côco

115g leite

75g margarina de girassol

5 ovos

 

Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura homogénea e esbranquiçada. Adicione o leite e a margarina levemente derretida. Junte o côco e a farinha. Misture tudo muito bem, de preferência com a batedeira. Só mesmo no final, e depois de retirar a batedeira, junte a maçã em cubos. Eu coloquei as 200g, mas se colocar mais maçã fica ainda melhor!

 

 

O bolo fica muito fofinho e, para quem gosta de côco é uma sugestão óptima para o lanche!

 

 

Sirvam-se desta fatia, por favor!

 

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publicado por suzi às 10:15
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Terça-feira, 11 de Maio de 2010
11 de Maio de 2010

 

Para variar um bocadinho, a receita de hoje é de uma refeição vegetariana, em vez dos habituais doces. O filho mais velho adorou (o que faz dois de nós), o pai comeu e o mais pequeno nem pensar...

 

É uma sugestão tanto vegetariana como rápida, para aquelas alturas em que não temos ideias nem tempo! Eu adorei e vou repetir!

 

Ingredientes:

300g chifferini

400g cogumelos frescos

2 tomates grandes

1/2 cebola

3 dentes de alho

Azeite

100ml vinho branco

3 colheres sopa de molho 'Tomate e Basílico' (PD)

Orégãos

Queijo da ilha ralado

Sal, pimenta, noz moscada

 

Preparação:

Coza a massa al dente, passe abundantemente por água quente. Reserve.

 

Numa frigideira, coloque um dente alho muito picadinho e um pouco de azeite, adicione os cogumelos, um pouco de sal e deixe cozinhar em lume muito brando. Reserve.

 

 

Numa caçarola, coloque a cebola picada, o alho picado e o azeite, refogue ligeiramente. Adicione o tomate cortado em pedacinhos e o vinho branco, deixe cozer. Quando o tomate estiver bem cozido triture com a varinha mágica até ficar com a consistência de molho. Tempere com sal, pimenta e noz moscada. Adicione o molho de 'Tomate e Basílico' e os orégãos. Assim que levantar fervura coloque os cogumelos e o molho que ficou na frigideira.

 

 

No prato coloque massa e por cima os cogumelos com o molho, termine com o queijo ralado.

 

 

Se quiser pode omitir o molho pré-preparado, até porque fica mais saudável, e substituir por umas folhas de manjericão, aí deve aumentar a quantidade de tomate e rectificar os temperos.

 

As fotos falam por si, mas só vos digo que estava mesmo delicioso! 

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publicado por suzi às 09:47
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
7 de Maio de 2010

 

Este bolo tinha-me piscado o olho há já algum tempo, como aliás imensas receitas feitas pelo Jamie Oliver. Tinha que fazer um bolo para levar para o emprego e achei que este era o ideal! Até porque tinha comprado as sementes de papoila e ainda não lhes tinha dado uso, com estes dois motivos foi a escolha acertada! Foi muito apreciado apesar de várias pessoas terem questionado as sementes de papoila, mas são elas que acabam por lhe conferir a graça toda!

 

 

Fica um bolo mesmo diferente, tanto no aspecto como no sabor, ainda vou ter que o fazer novamente numa forma redonda e com o topping, acabei por ficar curiosa relativamente à combinação!

 

Como muitas receitas deste senhor acho que é imperdível, este bolo!

 

 

Não tirei fotos da fatia, mas ainda levei a máquina para tirar a foto do interior (a figura que nós, as bloggers fazemos...)!

 

Ingredientes:

115g margarina de girassol

115g açúcar

4 ovos grandes

180g amêndoa moída

30g sementes de papoila

2 limões (raspa e sumo)

125g de farinha com fermento

 

Calda:

100g açúcar

90g sumo de limão

 

Topping:

225g açúcar em pó

1 limão (raspa e sumo)

 

Preparação:

Pré-aqueça o forno a 180º. Unte uma forma de aro amovível (usei de bolo inglês e não acho indispensável o aro). Na batedeira eléctrica, bata a manteiga com o açúcar até conseguir uma mistura homogenea. Adicione os ovos um a um, batendo sempre entre cada adição. Junte a amêndoa moída, as sementes de papoila, a raspa do limão, o sumo e, finalmente a farinha. Deite a mistura na forma e leve ao forno durante cerca de 40 minutos.

 

Para a calda aqueça o sumo do limão e o açúcar até dissolver. Pique ligeiramente o bolo e deite a calda morna por cima.

 

Eu parei por aqui. Não achei necessário colocar o topping. De qualquer modo deixo aqui a continuação: bata o açúcar em pó com o sumo e a raspa do limão. Quando o bolo estiver frio, deite por cima o topping pingando-o, para fazer o efeito que lhe dá o nome - drizzle.

 

Para finalizar só tenho uma coisa a dizer - façam-no!

 

 

Receita retirada do livro 'Cook with Jamie', do Jamie Oliver!

 

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publicado por suzi às 14:36
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Terça-feira, 4 de Maio de 2010
4 de Maio de 2010
O post de hoje é sobre um tipo de arroz menos utilizado na culinária portuguesa. É uma questão cultural, pois este arroz é muito mais nutritivo, mais completo e mais saudável.
O arroz integral (de cor castanha, devido ao facto de não lhe ser removida a película) deve o seu valor aos nutrientes que se encontram na casca.
O arroz é uma gramínea cultivada desde há milénios na Ásia. A orizicultura, que começou por se desenvolver sobretudo em regiões tropicais e subtropicais, é hoje em dia comum em todo o mundo.
Actualmente existem inúmeras variedades de arroz, que podem ser preparadas de diversas formas, seja como prato principal, acompanhamento ou sobremesa.


Este alimento não possui gordura ou sal, mas é rico em nutrientes, nomeadamente em hidratos de carbono, que fornecem energias indispensáveis a uma alimentação equilibrada e saudável, sendo por isso a base da alimentação de mais de metade da população mundial. Contudo, para podermos falar de valor nutritivo é necessário, em primeiro lugar, distinguir o arroz branco do integral.
O arroz sofre determinados processos específicos para ter uma aparência mais atractiva aos olhos do consumidor, atingir um maior período de conservação e para que se cozinhe mais rapidamente. Para que se torne branco é-lhe retirada a casca e a película e são utilizadas substâncias, como o talco ou a parafina, para o branquear, técnicas estas que simultaneamente eliminam substâncias nutritivas.
O arroz branco contém apenas amido, e os povos mais pobres que baseiam a sua alimentação quase exclusivamente neste alimento sofrem muitas vezes de carências vitamínicas, das quais podem resultar doenças como o beribéri (carência de vitamina B1), por exemplo. Na maioria dos países ocidentais, onde a alimentação é mais diversificada, o arroz branco é geralmente um bom acompanhamento de outros alimentos, dado que fornece energia facilmente assimilável. É aconselhado em casos de desarranjos intestinais.

Por seu lado, o arroz integral deve o seu valor aos nutrientes que se encontram na casca: fibras, vitaminas, minerais e óleos essenciais. Por exemplo, a uma chávena de arroz integral correspondem cerca de 3,5 gramas de fibra, enquanto que à mesma quantidade de arroz branco equivale somente 1g.
O arroz integral é rico em vitamina E, vitaminas do grupo B, cálcio, fósforo e magnésio. Estes nutrientes são importantes numa alimentação equilibrada, e ajudam a prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares e a diminuir o nível de colesterol no sangue. No que respeita ao teor de fibras alimentares contidas no arroz integral,
estas favorecem a digestão, ajudando a promover o bom funcionamento intestinal.
O principal inconveniente deste arroz é que o seu prazo de conservação não é tão alargado como o do arroz branco, e o tempo de cozedura é mais prolongado.
O arroz é ainda um alimento considerado antialérgico, pois não contém glúten, pelo que é escolhido como base da alimentação de pessoas que sofrem de determinadas alergias alimentares, como é a doença celíaca. Também aqueles que não toleram a proteína do leite (alérgicos à lactose), ou os veganos, têm nas bebidas elaboradas à base de arroz uma óptima alternativa. A substituição do arroz branco pelo integral introduz na alimentação diária maior valor nutritivo.
Ingredientes:
3 chávenas de café de arroz integral
9 chávenas de água
sal
azeite
1/2 cebola
2 dentes de alho
Preparação:
Coloque o arroz de molho, pelo menos, 2 horas. Lave-o muito bem, mude a água e lave novamente massajando muito bem com as mãos. Na panela de pressão faça um refogado com o azeite, a cebola e o alho. Escorra o arroz e coloque-o na panela, deixe fritar ligeiramente. Adicione a água e o sal. Tape a panela e deixe cozer durante 30 minutos. Desligue a panela e deixe perder a pressão. Sirva como acompanhamento.
Este arroz tem um sabor muito agradável e presta-se a receitas diversas. Irei testar outras variações.
Aconselho a experimentarem, até porque é muito diferente do arroz tradicional e vale a pena testar este sabor selvagem!
Informação retirada do site Centrovegetariano e do blog menoscaloriasmaisvida. A receita, essa é mesmo da minha autoria!
publicado por suzi às 10:08
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